Quinta-feira, Abril 29, 2004

"Si te importa esta movida y quieres ser su voz
Ponte en guardia y dales caña, somos más de dos"

(Ska-P in "Animales de laboratorio")


¡¡Clandestinidad!!

(Flavia Lopes, abril de 2004)


Insensibilidade: apatia, calculismo mordaz, ausência de solidariedade. Indivíduos que há muito perderam a capacidade de sentir.

Algo que tem me roubado o sono é constatar o quanto as pessoas se tornam mais e mais insensíveis a cada dia.
Por exemplo, no ano passado assisti a uma apresentação belíssima de um grupo teatral carioca, Moitará. A peça, "Imagens da Quimera" é toda falada em japonês, mas para bom entendedor, bastam as expressões corporais, as atrizes são incrivelmente performáticas. Como insinua o título, a peça é o sonho da protagonista que roga aos Deuses para que estes lhe tragam sabedoria e força.
Na saída, antes de cumprimentar o elenco e os músicos, fui ao banheiro e lá encontrei duas senhoras emproadas, roupas cafoníssimas, maquiagem exagerada, como manda a regra. Isto não significaria absolutamente nada, apenas a conhecida e execrável elite, se não fosse um porém... ouvi o que estavam dizendo, com vozes bestas e sarcásticas (se ignorância pagasse imposto creio que as mesmas estariam a beira da falência):
- Que língua é essa que estavam falando, japonês ou chinês?
- Não sei, acho que não era nada.
- E a gente perdeu o show no Mistura Fina pra ver isso!
- (risos esganiçados)

Imagine o que diriam ao ver algum filme do Kurosawa....

--------------------------------------------

Pois bem, retomando o fio da meada...
Já repararam que ninguém se importa com a desgraça alheia? Tragédia é sinônimo de manchete no jornal. Assassinatos, guerras civis e militares, atentados, puro sensacionalismo barato de décima-quinta categoria sem nenhum teor jornalístico - é a chamada imprensa marrom. Acidentes em ruas e estradas? Motivo para aglomerações e palpites, as vítimas ficam em segundo plano, o que importa são os fatos que rolam e tomam proporções gigantescas de boca em boca.
- Você leu sobre o que aconteceu em tal estado? Um atentado deixou vários feridos. A Veja publicou fotos, que coisa, né?
- Ih, nem te conto. Ontem dois carros se chocaram na minha rua, acho que o motorista estava bêbado. Não sei quantos mortos, a família chegou pouco depois, choravam sem parar. Pra você ver como é a vida...
- Qual o quê, uma bala perdida atingiu uma criança. Culpa destes viciados que financiam o tráfico. Meu filho não bebe e nem fuma, é da geração saúde, lutador (só distribui porrada e quebra bares, mas o que tem demais? Ele é um bom menino).
- Um vizinho passou mal e foi internado as pressas. O burburinho tomou conta do prédio mas ninguém tem informação nenhuma, será que morreu?

E por aí vai...
Ninguém espera uma notícia boa. Se alimentam do que a mídia lhes empurra goela abaixo. Talvez por algum instinto mórbido capaz de diminuir as próprias frustrações e intempéries ou quem sabe este mundo, tão acostumado com o sofrimento e a dor, tenha lhes roubado a última gota de sangue quente e humano. Não sei...
A verdade é que não crucifico os programas sensacionalistas dos canais abertos. É claro que possuem uma boa parcela de culpa mas transmitem exatamente o que a população deseja ver. Exploram crianças aos prantos, famílias que perderam seus rebentos, a miséria e a degradação alheia como se tudo não passasse de um mero negócio. Imbuídos de um falso moralismo barato, vociferam contra as injustiças destacando o quanto este ou aquele são uma vítimas da sociedade. E vendem. Ganham rios de dinheiro. O melodrama surte o efeito desejado e sacia a fome de muita gente louca para descobrir quais crimes estão em voga no meio televisivo.
É certo que muitos entristecem, derramam lágrimas... como eu. Não que o baque da notícia apresentada ao publico de forma impactante me comova. O que fere é a exploração gratuita da dor, como se não bastasse tanto que já sofreram.
A Rede Globo, por exemplo, teve a imprudência de transcrever o nome do veneno usado para matar diversos animais no Zoológico de São Paulo. Resultado: cães e gatos foram assassinados pela mesma substância em edifícios e casas.
Há anos atrás um ônibus da Galoucura foi atingido por diversas garrafas de coquetel molotov. O que a Globo fez? Deu a receita instigando o ódio entre as torcidas. A propaganda ocasionou diversos atentados similares por todos os cantos do país.
O juiz, Siro Darlan, caiu matando quando o Marcelo D2 trouxe o seu filho para cantar ao seu lado no Hip Hop Manifesta (confesso que não sou fã nem dele nem do estilo). Foi caçado. Alegaram que fazia apologia a maconha sendo que a música nada tem a ver com a suposta erva maldita.
E o que vemos? A vereadora, Verônica Costa afirmando em cadeia nacional que adora meninos de 16 anos...
Os políticos flagrados com adolescentes foram tachados de pedófilos, ela não. Por quê? E aonde está o juizado de menores quando se precisa dele? Tudo farinha do mesmo saco, os que abusam de crianças/adolescentes e os que permitem a exploração...
Não consigo digerir tamanha hipocrisia.
A grande verdade é que hoje em dia tudo parece ter virado de pernas para o ar, os conceitos se inverteram.
O que antes era considerado insensibilidade agora chama-se ter os pés no chão, não se deixar abater. As explicações (leia-se desculpas) são inúmeras.

Amor: o vínculo mais profundo entre dois ou mais indivíduos. Substantiva-se através de elos de amizade, carnais e familiares. É relativo a todo e qualquer ser vivo capaz de despertar ou nutrir tal sentimento. Cães, gatos, seres humanos independente da cor, raça, credo ou patamar social.
O amor não escolhe moradia, não vê a tonalidade do uniforme adversário. Não exalta o nível intelectual e nem se restringe aos mais românticos. Pouco se importa com a opção sexual ou idealista, crava os dentes em preconceitos e batalhas. O amor, caros amigos, é a única palavra que jamais poderia ser dissecada. É o passado e o futuro. O agora.

"Disfruta de la vida y a follar, que son dos días
Y que nadie te reprima, rebelión contra la hipocresía
Iros a la mierda y dejadnos de una vez en paz "

(Ska-P in "Sexo y religión")

Astronomia

(Flavia Lopes, abril de 2004)


Fases da lua,
Almejo a solidão.
Me distancio, renovo
Em noites minguantes.
Na lua cheia, tu e eu,
Inventamos cenas,
Sorvemos beijos
Eróticos, trôpegos,
Roubados ou longos.
Madrugadas sublimes,
É a lua nova, conjunção,
O teu desejo, minha fome,
Minha luxúria, tua sede,
Nosso abrigo e fusão.
A garoa nos abraça,
O sol nos queima,
Recobramos a força
Vivendo o terceiro ato,
Entrelaçados e cônscios.

- Um dia? vinte e quatro horas
Bem vividas, intermináveis.

- Fase a fase? Harmonia plena,
Reação química aprovada.

Tempo real

(Flavia Lopes, abril de 2004)


Meu passado é cinza
O futuro, incerto -
Trâmite lúbrico,
Mistério, sedução.
Previ a nova história.

A compatibilidade mediúnica urge,
Realizando o destino em aberto.

Meu passado é vida,
A razão, prolixa -
Lira híbrida,
Conceito, idéia.
Prescrevi a sorte.

A intensidade literária me espacia,
Conduzindo o peregrino verso.

Meu passado é lenda,
O limite, infinito -
Vinho bacântico,
Cantiga, rebeldia.
Soergui a trajetória.

A fatalidade saudosista ressurge,
Ofertando poesia ao universo.

"No fronteras, no banderas, no a la autoridad
No riqueza, no pobreza, no desigualdad
Rompamos la utopía, dejemos de soñar,
Arriba el mestizaje, convivir en colectividad"

(Ska-P in "Mestizaje")


Flavia Lopes, extirpado às 3:22 AM





Sexta-feira, Abril 16, 2004

"The city's aflood, our love turns to rust
We're beaten and blown by the wind, trampled in dust
I'll show you a place, high on a desert plain
Where the streets have no name"

(U2 in "Where the streets have no name")


Renascida dos mortos


Meu silêncio é um campo sem neve e sem geadas, floresce em pleno outono e no inverno, aquece. É como um banho de pétalas de rosa aromatizando o corpo, como o minuto de espera antes do mais belo eclipse lunar.
Não desapareci, ausentei-me... por bons motivos. Estou morta de saudades...
Porém, há uma gap incomensurável na minha vida. Precisava aproveitar o tempo livre que me resta (a madrugada é o período mais fértil) e investir na minha carreira, tanto como poeta e cronista, quanto como jornalista e, infelizmente, no funcionalismo público (o mar não está para peixe).

Retrospectiva ou livro aberto

Vivência


Fiz de tudo nesta vida, saboreei momentos de extrema alegria, engoli mágoas, errei, feri e recebi o troco ao cubo, rasurei meu nome em páginas mal-escritas, debates e causas familiares, travei batalhas contra injustiça, lutei.... e luto, sem pestanejar, sem refugar.
Vi conquistas antológicas no Maracanã e em São Januário, salvei a vida de 7 gatinhos e os adotei (minha grande conquista), conheci pessoas fantásticas que já não estão mais neste mundo e tantas outras que permanecem ao meu lado, amei e fui amada, odiei e fui odiada, encarei desafios de frente, resisti, fiz remo, boxe tailandês, ioga, natação, judô, dezenas de trilhas extenuantes e escaladas inesquecíveis.
Tive inúmeras noites tórridas, os diálogos mais longos e envolventes, as confissões mais ternas e impactantes, não tenho queixas. Agradeço a Deus por cada passo em falso, cada acerto.

Trabalho

Nunca cruzei os braços ou evitei trabalho. Houve um tempo em que passava menos de 5 horas acordada em casa, trabalhava 12 horas por dia, chegava morta, jantava, escrevia um pouco e caía no sono. Já fui intérprete, tradutora, colunista, designer (fui não, sou...no momento não-remunerada -risos), operadora de micro, gerente de loja, professora particular e ainda fazia uns bicos com as apresentações de um quarteto vocálico (já extinto). Sempre fiz questão de ter meu próprio dinheiro sem precisar da ajuda dos meus pais que não são ricos e já pagam uma exorbitância de contas. O que enobrece e molda o espiríto é o contato direto com a realidade.

Desfecho

É tempo de calmaria, descanso. O momento ideal para colher os frutos e adoçar os lábios, correr atrás do meu futuro. É claro que a escalada ainda faz parte da minha vida como sempre fará, encontrei-me no esporte, não há como descrever a sensação. Assim como o futebol é essencial e como meus gatos são a minha fonte de energia. Ah, claro, continuo adorando sexo... (risos)
O que derruba também constrói, o que instiga, alimenta. Implodi parte do meu dia-a-dia para construir, instiguei a mim mesma contra uma série de problemas e venho conseguindo excelentes resultados.
Estou me dedicando ao máximo, estudando como louca, buscando estabilidade financeira. A inércia me incomoda, fico irritada, nervosa.
É lógico que meu gênio continua forte, pavio-curto eu serei até o fim dos meus dias, mas agora, em 90% das vezes a causa é boa ou justa (risos).
Gostoso mesmo é amar, querer-bem, lutar com unhas e dentes compreendendo nosso dever como indivíduos em prol da cidadania e a máxima de que nada, mas nada mesmo, cai do céu, de mão beijada. É preciso construir os alicerces e fincá-los ao chão a fim de sustentar tanto o sonho quanto a realidade.

Compañeros

Flavinho jamais teria como agradecer por tudo o que fez e faz por mim. Você é o meu ponto de equilíbrio, minha âncora. Dizer que te adoro é pouco. Faço minhas as palavras de Leoni, "nada como eu e você".
Cinema, música, escaladas e trilhas, poesia, literatura, artes, teatro, ativismo político e ecológico, causa animal, felinicultura, egiptologia, história, futebol, rpg (etc, etc). Como duas pessoas conseguem ter a mesma opinião e o mesmo gosto? Seria até aceitável se nossas personalidades não fossem idênticas (risos). A única palavra no dicionário capaz de descrever tal relação é benção.

Pat, é priminha, desapareci por completo mas só online. Nosso vínculo continua forte e inabalável. Cansei de repetir o quanto admiro a sua força, garra e determinação, no entanto algo se destaca além de todas as qualidades: o caráter impecável e a sua bondade. Somos mais do que melhores amigas, o elo consaguíneo nos une. Ora, quem poderia escrever um livro com todas os fatos proibidos a respeito da minha vida? Shhhh... melhor nem comentar (risos).
Te adoro, menina. O Lipe tem a melhor companheira deste mundo... e vice-versa. Sinto-me extremamente feliz ao vê-los juntos... sete anos de namoro, esse casório saiu ou não sai?

Fred, como gostaria que a distância entre São Carlos e esta minha terra de ninguém fosse menor, assim teria o prazer da sua companhia.
Não canso de te agradecer por todo o apoio e incentivo... Te conhecer foi a melhor coisa que me aconteceu no último ano.
Engajei-me na causa animal por inteiro, lutei para abandonar conceitos (alimentares e espirituais) que desde sempre me afetaram negativamente graças a você e a sua história de vida.
Beijos grandes para ti e seus meninos, Lam e Corisco.

"¡¡La batalla es larga e son muchos,
pero nosotros somos muchos más,
siempre seremos muchos más!!
¡¡El mañana es nuestro, compañeros!!"

( Rosana Pastor como Blanca in "Terra e liberdade")

Matéria-prima

(Flavia Lopes, abril de 2004)


Da vida nada se leva,
Nem a roupa do corpo,
Remorso, inimizade,
Nem culpa ou rancor,
Ficha na delegacia,
Nem rastros, quedas,
Apólices, terrenos,
Nem conta bancária,
Desafetos, inveja,
Nem a silhueta bela,
Contratos ou ira.

De terreno resta o nome,
Herdeiros, lembranças,
Sonhos idealistas, amor,
Velhos companheiros,
Ambições desvanecidas,
Odes não publicadas,
Nostalgia vívida, ensejo,
Confidências verbais,
O ressentimento tardio,
Laços consumados,
E a saudade pungente.

Neste plano é necessário:
Cantar, sem falsetes,
Prever rasteiras sórdidas,
Incitar, sem refugos,
Surpreender adversários,
Lutar, sem covardia,
Proteger quem te estima,
Cair, sem desmaiar,
Remar contra as ondas,
Arder, sem feridas,
Impelindo a voracidade.

Rechaud

(Flavia Lopes, abril de 2004)


Madeira do oriente,
Flor de laranjeira,
Morango, nardo,
Verbena e mel,
Erva cidreira,
Uma essência
A cada instante:
Fenômeno carnal,
Terapia afrodisíaca.

Nesta ampulheta inconstante,
Há declarações extasiadas
Em meio aos grãos de areia.

Banquete corporal
Ao cair da noite!
Quantos beijos
Esfomeados,
Atemporais,
Tempestivos
De madrugada
Sob a garoa fina,
Úmidos, indecentes!

Neste banquete aromático,
Há massagens tântricas
Em carícias intermináveis.

"A movement is accomplished in six stages
And the seventh brings return
The seven is the number of the young light
It forms when darkness isn't creased by one"

(Pink Floyd in "Chapter 24")


Flavia Lopes, extirpado às 1:26 AM








Sativos Online



¡¡Manifesto Libre!!
(meu blog jornalístico)

Refuge of a Poetic Damsel
(meu outro blog)




Hoje estou:
Meu humor atual - i*Eu


159591960

Participe! Mande um e-mail!

TYPE

Identificação:
Flavia Lopes
Alcunhas:
Flavinha, Milady, Padawan, Flavíssima
Gênese:
24/05/1978
Habitat:
Rio de Janeiro, RJ
Essência:
Carioca
Mapa Astral:
Sol:
Gêmeos
Ascendente:
Libra
Lua:
Capricórnio


FRIENDS WILL BE FRIENDS

Fiéis escudeiros:
Paty, Flavinho, Raph, Léo, Lucas
Marcelo & Dandy

HEAD OVER HEELS

Paixão Futebolista:
Vasco da Gama
Boleiros:
Ademir Menezes, Nilton Santos, Garrincha, Bellini, Heleno de Freitas, Augusto, Orlando Lelé, Roberto Dinamite, Juninho Pernambucano
Adrenalina:
Escaladas, trilhas, boxe tailandês

Refúgios:
MNBA, Floresta da Tijuca, Biblioteca da Estado, Parque Lage, Joatinga, Prainha


A SAUCEFUL OF SECRET

Comida:
Oriental & árabe
Bebidas:
Matte, Coca-light, Vodka russa e polonesa
Cores:
Azul, bege, branco e roxo e preto
Odeio:
Mentiras, falsidade, intrigas, americanismo e repressão
Amo:
Gargalhadas repentinas, ativismo, exaustão, desejo, insônias poéticas, sentidos apurados
Infusão Cinéfila:
"Asas do Desejo"

(Wim Wenders)
"Os Sete Samurais"
(Akira Kurosawa)
"Nenhum a Menos"
(Zhang Yi-mou)
"Dr. Fantástico"
(Stanley Kubrick)
"Monty Python em Busca do Cálice Sagrado"
(Terry Gilliam)
"Carne Trêmula"
(Pedro Almodóvar)
"Terra e Liberdade"
(Ken Loach)
"A Princesa e o Guerreiro"
(Tom Tykwer)

ISOLATION

Livros:
Servidão Humana, W. S. Maugham
Os Três Mosqueteiros, Alexandre Dumas
Cem anos de solidão, Gabriel García Márquez
Poetas:
Bandeira, Lorca, Maiakóvski, Murilo Mendes, Florbela Espanca, Alphonsus de Guimaraens, Fagundes Varela, Pablo Neruda, Bertold Brecht, Pushkin, Herman Hesse, Borges, E.E. Cummings...tantos!
Escritores:
Clarice Lispector, Gabriel García Márquez, W. Sommerset Maugham, Alexandre Dumas, Dostoyevski, José de Alencar, Miguel Piñero, Rachel de Queiroz.

Compositores:
Chico Buarque, Carlos Lyra, Toquinho
Bandas:
Queen, Joy Division, The Smiths, Buzzcocks, Dire Straits, Supertramp, Cordel do Fogo Encantado, Ska-P, Pink Floyd, The Doors, Bauhaus, The Clash, Men at Work, Midnight Oil, R.E.M., INXS, Living Colour, Kiss, Tears for Fears, The Police, Black Sabbath, Toy Dolls, Café Tacuba, Control Machete, Legião Urbana, Ultraje a Rigor.


VIRTUAL INSANITY

Balaio de Gatos
The Blousosnoir
Canis Familiares
Django Brother
Diário de um amante do metal
À Esquerda do Cristo Redentor
Idiota Online
Ndoye's Blog
Queda!
RonalD Golias is watching you
The Book of Shadows
The Real Ronald
O Vampiro

IN BLOOM

Grande Sertão
Poesias Online
Releituras
Textos Para Reflexão
Torre de Menagem

GUERRILLA RADIO

Caros Amigos
Carta Capital
Correio Cidadania
Grito!
Ibase
Indy Midia
La Jornada Virtual
Novae
Site Nacional do PT
Site Nacional do PC do B
Zero Fora

CIVILIZED MAN

APASFA
Planeta Gato
SUIPA

SLEDGEHAMMER

100 Filmakers
Catharton
Cine Guia
Contracampo
Imdb

I LOVE IT LOUD

Batanga
Bauhaus Lyrics
Besouros.net
Chico Buarque
Gene Loves Jezebel
Joy Division
Punk Lyrics
Punk Net
Queen

DEVIL INSIDE

Cartoon Resorce Website
DND World
Hanna & Barbera

HEAVY FUEL

CR Vasco da Gama
Força Jovem
Terra da Gente
Trilhas Online
Xaos Climb

ARQUIVOS


CRÉDITOS

Flavia Lopes